Vejo você enjaulado
nos grilões que criou
preso, louco, só.
Pede, chora, mas não sabe falar
tampouco tenta sentir, viver.
Quer do seu jeito, à sua maneira
O que é essa maneira?
Não, nem você sabe.
Procura em vão uma resposta
no mundo, nas coisas e ela está
tão perto, tão longe, tão etérea
esperando que pare de buscar,
que pare de sofrer,
que pare,
simplismente páre!
Seja, sinta viva sem freios.
Não tenha medo.
Falo pra mim, falo pra ti
Falo para o mundo
3/18/2007
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